Você está na sua casa, meu filho? Está tudo bem por aí? O que você fez de bom neste domingo? Essas palavras, pronunciadas por minha mãe, soaram como um alerta, um sinal de que algo estava errado. Eu congelei por alguns segundos antes de responder, percebendo que aquele era o mais importante lapso de memória que eu já havia registrado em nossas longas conversas telefônicas. A pergunta que me veio à mente foi: o que mais está sendo esquecido? O que mais está sendo ignorado?
A conversa com minha mãe me fez refletir sobre a situação atual do nosso país. Quantas vezes nos calamos diante de injustiças, de corrupção, de abusos de poder? Quantas vezes escolhemos fechar os olhos e ignorar a realidade, por medo de enfrentar a verdade? O lapso de memória da minha mãe pode ter sido um incidente isolado, mas ele me fez questionar se não estamos como uma nação, esquecendo, ignorando, ou pior, aceitando a corrupção e a injustiça como algo normal.
A política no Brasil está em um cruzamento. De um lado, temos os que defendem a transparência, a justiça e a igualdade. Do outro, os que se escondem atrás de uma cortina de fumaça, manipulando a verdade e o sistema para seus próprios interesses. O esquecimento da minha mãe pode ter sido um evento pessoal, mas ele me fez perceber que a luta contra a corrupção e a injustiça é uma luta diária, que exige atenção, vigilância e ação. Não podemos nos calar, não podemos esquecer.
Neste momento, é crucial que todos os brasileiros estejam atentos, que não permitam que a verdade seja distorcida ou esquecida. A história do nosso país está sendo escrita a cada dia, e é nossa responsabilidade garantir que ela seja uma história de justiça, de igualdade e de transparência. O lapso de memória da minha mãe pode ter sido um pequeno incidente, mas ele me fez lembrar que a luta pela verdade e pela justiça nunca pode ser esquecida. É hora de acordar, de falar, de agir. O silêncio que precede a tempestade está chegando ao fim. É hora de fazer barulho, de ser ouvido, de mudar o curso da história